sob o canto da minha solidão
esqueço que penso demais
sofro demais
à mais do que precisaria
se fosse tão paciente quanto são
sairia daqui
levaria dali
a impaciência que me guia
quanto tempo
o tempo vai precisar
para tirar de cima de mim
o mau de estar
neste alimento profundo
um silêncio tão mudo
que não sai de mim
não sai
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir*correção
ResponderExcluirSó aquilo que não cessa de doer permanece na memória,
Je suis desolé ;^)
Olá, gostei do blog!
ResponderExcluirParabéns!
Beijos!
Oi!
ResponderExcluirParabéns pelo talento!
Gostei deste poema.
Também produzo algumas coisas
Se quiser conferir:
www.olharpoeta.blogspot.com
Abraço.
Mui belo!
ResponderExcluirAbraço!