quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Retalhos de meus rins

sob o canto da minha solidão
esqueço que penso demais
sofro demais
à mais do que precisaria

se fosse tão paciente quanto são
sairia daqui
levaria dali
a impaciência que me guia

quanto tempo
o tempo vai precisar
para tirar de cima de mim
o mau de estar
neste alimento profundo
um silêncio tão mudo
que não sai de mim
não sai

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. *correção

    Só aquilo que não cessa de doer permanece na memória,

    Je suis desolé ;^)

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  3. Oi!
    Parabéns pelo talento!
    Gostei deste poema.
    Também produzo algumas coisas
    Se quiser conferir:
    www.olharpoeta.blogspot.com
    Abraço.

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